A principal revista eletrônica de Arquitetura Paisagísticado Brasil !

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Com o objetivo de profissionalizar seus franqueados, mantendo o foco de seu negócio no tratamento e nutrição de plantas e jardins, a Ecojardim Franquias já conquistou estados brasileiros e este movimento tende a crescer cada vez mais!

 

A Ecojardim – Tratamento e Nutrição está presente em mais de 28 cidades espalhadas em 10 estados brasileiros que passa pelo Rio Grande do Sul e estende-se até o Amazonas; sua rápida aceitação do mercado é pautada pela alta procura por profissionais qualificados no mercado de jardinagem e paisagismo, além de conter um grande diferencial comparado a seus concorrentes – seus produtos ORGANOMINERAIS.

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É o que nos conta o Diretor da empresa, o Sr. Vâner Silva: "Isso mesmo, a Ecojardim – Tratamento e Nutrição segue tendências mundiais, as quais não são válidas apenas a multiplicação dos espaços verdes em ambientes urbanos, mas também, cuidar destes espaços de forma consciente e sem prejudicar pessoas, animais e a própria natureza. Por isso, a Ecojardim utiliza produtos exclusivos para seus franqueados que são desenvolvidos em laboratório próprio e utilizados por toda nossa rede após um treinamento adequado, garantindo qualidade e exclusividade para nossos clientes, sejam eles residenciais ou comerciais", salienta.

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Treinamento aos franqueados Ecojardim, uma equipe de sucesso em todo Brasil

Transforme seu sonho empreendedor em realidade com a Ecojardim e conheça todas as vantagens de adquirir uma marca com mais de uma década de experiência, profissionais especializados e suporte em diversas áreas, desde a gestão até o trabalho em campo. "Se torne um empreendedor de sucesso você também, faça parte da família Ecojardim!", finaliza Vâner Silva.

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Contato:

www.ecojardim.net.br


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  O verão chegou e é nesse momento que a estação mais quente do ano pede convívio, reunindo amigos e familiares, para aproveitar ao máximo a a área externa de sua casa. Com isso a Galeria das Lonas, e a indústria de móveis Green House apresentam as últimas novidades de chaises, cadeiras, espreguiçadeiras, entre outros itens, que vão dar um toque especial na decoração. Desenvolvidas em materiais apropriados para exposição ao sol e chuva, as peças ganham destaque e proporcionam todo o charme e elegância merecidos em ambientes como piscinas, varandas, sacadas, entre outros.

 

  Quando se trata de decoração, é importante priorizar alguns detalhes como praticidade, conforto, funcionalidade e com toda certeza, a identidade com cada pessoa. É necessário que você tenha satisfação, que atinja as suas expectativas, afinal, não há nada que substitua o prazer e conforto de um ambiente gostoso, aconchegante e com muito charme.

Confira alguns modelos:

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Mesa de jantar

(Green House Móveis)

Preço sob consulta

 

 

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Sofá Houston 

(Green House Móveis)

Preço sob consulta

 

 

 

 

Chaise Aika (Galeria das lonas)

 Estrutura  alumínio e fibra sintética.

Pés em alumínio fundido.

Preço sob consulta

 

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Espreguiçadeira Lais -  (Galeria das lonas)

Estrutura em Madeira Cumaru

Tela slim importada

Preço sob consulta

 

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Espreguiçadeira Lina -  (Galeria das lonas)

                          Estrutura: Alumínio, fibra sintética e madeira de demolição

Preço sob consulta

 

 

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Poltrona Soho -  (Galeria das lonas)

Estrutura em alumínio branco fosco

Tela slim branca

Braços em madeira Teka

 

 

 

 

 

Imagens: divulgação

Agradecimentos

www.greenhousemoveis.com.br

www.casadaslonas.com.br


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  A 20ª edição da FEICON BATIMAT (Salão Internacional da Construção) tem motivos de sobra para comemorar. Além de completar duas décadas de existência em 2012, a Feira, que acontece de 27 a 31 de março de 2012, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, já contabiliza 100% de área comercializada e o compromisso de reunir 130 mil compradores do setor da construção civil (engenheiros, arquitetos e demais profissionais especializados). 

 

  Com o início dos processos de privatização no Brasil, na década de 90, houve um grande estímulo para a área de infraestrutura e da construção civil. Foi exatamente nesse cenário que, em 1992, o Pavilhão de Exposições do Anhembi recebeu a primeira edição da então Feira da Construção.

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Segmento, que representa 13% do PIB brasileiro e prevê crescimento de 5,2% para 2012, foi responsável, em 2011, pela criação de mais de 300 mil postos de trabalho



Construcao_civil_sinduscon_janela_2  Com a contratação de mais 16 mil trabalhadores em outubro de 2011, a construção civil brasileira chegou ao final daquele mês à marca recorde de 3 milhões 144 mil trabalhadores empregados com carteira assinada (aumento de 0,51% em relação a setembro).
 Neste ano, o número de postos de trabalho criados no setor entre janeiro e outubro foi de 314,6 mil (elevação de 11,12%). É o que mostra a pesquisa mensal de emprego do SindusCon-SP com a FGV.

  No Estado de São Paulo, a construção criou mais 2,9 mil postos de trabalho em outubro, elevando o contingente empregado a 809 mil trabalhadores com carteira assinada, também um recorde. Esta expressiva abertura de postos de trabalho comprova o crescimento robusto da construção em 2011. O nível de emprego na indústria deste setor é um dos indicadores mais importantes de sua atividade. Quando há obras, há emprego. Portanto, quanto mais o setor crescer, maior será o número de empregos gerados.

  O desempenho da construção foi um dos fatores relevantes para o aumento do PIB (Produto Interno Bruto). Como constatado nos dados divulgados pelo IBGE na semana passada, se a construção não tivesse crescido no terceiro trimestre, o PIB seria negativo. Outro fator que influencia positivamente no PIB é que, junto com a expansão do emprego, houve forte aumento no salários dos trabalhadores do setor, o que contribuiu positivamente na elevação da renda das famílias. Isto resulta na mobilidade social tão necessária para sustentar o crescimento do país.

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O desempenho da construção civil foi um dos fatores relevantes para o aumento do PIB

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  As pessoas interessadas no universo botânico podem desfrutar de um centro de referência em flora brasileira, situado em Nova Odessa, a 40 km de Campinas. O Jardim Botânico Plantarum está com suas portas abertas ao público desde novembro do ano passado e oferece uma área de 80 mil m2, equipada com estacionamento interno arborizado, restaurante, lanchonete, empório e centro de eventos. Na área de visitação não há degraus, o que torna agradável a visita de pessoas com mobilidade reduzida ou com carrinhos de bebê. Além dos acessos pavimentados é permitido andar no gramado! 

  No acervo botânico vivo do Jardim Botânico Plantarum se encontram exemplares de mais de 3600 espécies de plantas. Só de arvores nativas do Brasil, são mais de 800 espécies. Pode-se apreciar a vitória-régia (Victoria amazonica), emergindo no Lago da Ninfa. Dali a poucos metros encontra-se a raríssima Butia leptospatha, considerada uma das menores palmeiras do mundo. Entre jardins temáticos, lagos, canteiros floridos e bosques, vários caminhos sinuosos levam os visitantes a descobrir as muitas curiosidades do reino vegetal.

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Diversidade de espécieis do Planturum é maior do que a do Jardim Botânico do RJ


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  A cidade de São Paulo é conhecida por seu ritmo acelerado, pela quantidade de carros que por aqui circulam, pela movimentação financeira que encabeça. É conhecida também pela pulsação cultural, por seus teatros e por sua orquestra.

Pomar_Urbano_18  O rio Pinheiros é parte deste cenário em constante crescimento, mas embora tenha sua importância reconhecida, padeceu com o progresso desordenado. Se um dia foi palco para pontos de encontro e lazer do paulistano que nadava em suas águas, o rio assistiu ao crescimento da cidade passando por modificações que comprometeriam sua saúde e futuro, sofrendo mudanças no seu curso, provendo a energia quando foi preciso, recebendo o lixo e o esgoto da população desatenta, para enfim converter-se em prova viva dos malefícios do progresso desordenado.

  Mas, seria possível reparar o erro, minimizando os prejuízos impostos ao rio, devolvendo-lhe a vida? A maioria de nós, levados pelo odor e pela cor irreconhecível do que restou do Pinheiros, não apostaria nisso. Afinal, contido por vias expressas e trilhos de trem, o rio era motivo de vergonha. No entanto, o Governo do Estado apostou na possibilidade de mudar essa história.

  O Pomar Urbano nasceu em 1999, como Projeto Pomar. Implantado pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, contou com a colaboração de técnicos de diversas áreas e parceiros da iniciativa privada, determinados a transformar as margens do rio Pinheiros.

  Seus objetivos eram claros: devolver a vida às margens do rio, promover a educação ambiental e ainda promover junto à população o orgulho e o respeito pela cidade. A iniciativa do então governador Mario Covas completa 12 anos, e conta com o apoio dos diferentes governos que se sucederam, reafirmando a importância e o sucesso do Pomar, agora incorporado à identidade da cidade.

  São Paulo continua sendo a cidade da velocidade, dos carros e da cultura. Mas graças ao Pomar Urbano, hoje também é conhecida como a cidade que conseguiu colorir uma de suas mais importantes vias expressas, lembrando à população, que orgulhosa diminui a velocidade para desfrutar do maior jardim urbano, que preservar e recuperar é preciso.

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Bruno Covas

Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo

O Rio e a Cidade

Pomar_Urbano_2  Em tempos coloniais, o principal afluente do Tietê na região metropolitana de São Paulo era conhecido como Jurubatuba – “lugar onde há muitas palmeiras jerivás”. Há ainda os que acreditam que o antigo nome seja uma corruptela para a expressão em tupi que significaria “tardo e sujo”. O nome pelo qual é conhecido hoje foi atribuído ao rio graças à proximidade ao aldeamento indígena Pinheiros.

  A história recente do rio confunde-se com a da primeira usina hidrelétrica nacional de grande porte – a Usina de Santana do Parnaíba – que de 1901 a 1906 foi responsável pela circulação dos bondes e a substituição dos lampiões a gás que iluminavam a cidade. Com o aumento da demanda por energia, o rio Pinheiros foi represado através da barragem de Guarapiranga. A crise energética de 1924 precipitou a construção da usina Billings aos pés da serra de Cubatão, possível graças à reversão dos rios do planalto.

  A partir de 1926, quando o rio ainda abrigava em suas margens clubes esportivos, com provas de travessia a nado e regatas náuticas, estações elevatórias geravam energia barata em abundância, capaz de prover a industrialização do Estado.

  Em 1928, as obras de retificação do rio Pinheiros eliminaram suas curvas, em um processo que se estendeu até os anos 1950. Com o crescente progresso, o rio passou de ponto de lazer a fonte de energia, além de fornecer a areia necessária para a construção da cidade a sua volta.

Pomar_Urbano_3  Com tantas transformações, as margens do rio perderam as matas ciliares e a vegetação natural foi se extinguindo, comprometida pela construção de avenidas. Na pequena faixa de terra restante foram implantadas linhas de transmissão de energia, malha ferroviária, interceptores e emissários de esgotos, oleoduto, cabos de telecomunicações, galerias de águas pluviais e também estradas de serviço para as operações de desassoreamento.

  Além das mudanças a que foi submetido, o rio Pinheiros passou a receber esgoto doméstico e resíduos industriais, o que acabou por comprometer a qualidade de suas águas e a sobrevivência da fauna local.

  Ingrata, ao crescer a cidade deu as costas para o rio.


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