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Construção civil apresenta crescimento robusto em 2011


  Com um bom nível de atividade, a indústria da construção é uma grande alavanca do aumento de produtividade da economia. O setor entrega moradias, obras de infraestrutura e obras comerciais e industriais, tudo do que o Brasil precisa urgentemente. Reduz, assim, o famigerado "Custo Brasil".

  Em 2010, o setor gerou ainda mais empregos. Isto se explica porque naquele ano o país e a construção tiveram um crescimento totalmente fora de seu ritmo normal. O SindusCon-SP e a FGV estimam que o PIB de 2010 tenha crescido 7,5% e a construção, 15,2%. Para 2011, em que o PIB deve aumentar 3%, a construção deve crescer 4,8%. Portanto, é normal que a elevação do emprego no setor não chegue aos mesmos níveis do ano retrasado.

  Também é normal que, nos dois últimos meses do ano, o número de demissões suplante o de novas contratações na construção. Este efeito sazonal deve-se principalmente ao fato de que muitas obras se encerram e são entregues, enquanto novas se iniciarão somente a partir de março, quando passar o período de chuvas. E será normal se os novos contingentes a serem empregados não crescerem nas mesmas porcentagens dos anos anteriores: o setor tem elevado sua produtividade e necessita relativamente de menos pessoal para a execução de determinadas tarefas.
Imagem: divulgação

*SindusCon (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo)

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