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Canteiro_Barueri

A manutenção periódica do paisagismo faz parte das ações realizadas no município

   A Secretaria de Recursos Naturais e Meio Ambiente desenvolve um trabalho periódico nas 82 praças de Barueri (SP), que consiste na manutenção e revitalização constante de todo o paisagismo. Considerando ainda canteiros centrais e rotatórias, o total de espaços revitalizados periodicamente pela Secretaria chega a 151.

  Com relação à arborização, o trabalho da Secretaria consiste em avaliar tecnicamente os locais de plantio e a espécie adequada para cada local. Já a manutenção do paisagismo, limpeza, adubação, poda e reposição de canteiros, são outras ações realizadas no município.

  Para fomentar a “prática verde” na cidade, a Secretaria de Recursos Naturais e Meio Ambiente criou os programas “Adote uma Praça”, no qual  os candidatos a colaboradores, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, adotam a praça; e o programa “Adote uma Árvore”, em que qualquer munícipe pode adotar e cuidar de uma árvore em sua calçada.

   “Esses programas foram criados para que os munícipes possam usufruir de um pouquinho do verde em cada ‘esquina’ da cidade, e ter um contato mais próximo com a natureza”, explica Marco Antonio de Oliveira (Bidu), secretário de Recursos Naturais e Meio Ambiente.

  Para mais informações sobre esse trabalho e sobre os programas, entre em contato no telefone (11) 4199-1500.

Imagem: divulgação

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                           O mercado investe cada vez mais na fabricação de itens para tornar o uso                            das áreas externas como uma espécie de extensão do ambiente interno

   Não dá para negar que o mercado de móveis feitos exclusivamente para as áreas externas, esteja aquecido aqui no Brasil. Quem garante essa informação é o presidente da ABIMAD, Feira Brasileira de Móveis e Acessórios da Alta Decoração, Michell Otte. “No Brasil está em desenvolvimento e amadurecimento todo o setor de móveis, internos e externos. Quem não lembra de que num passado recente as opções de sofá ficavam restritas a modelos de dois ou três lugares, e no jardim dominava o plástico?”, enfatiza Otte. Apesar da mudança gradual, Michell alega que ainda não podemos designar o setor como um mercado maduro e afirma: “o próprio design brasileiro está pouco presente, forte indicador do caminho ainda a ser trilhado”.  A arquiteta e jornalista Olga Krell, conhecida como a "dama da decoração", avalia de forma positiva a qualidade dos produtos produzidos aqui no país. "Tenho acompanhado as inúmeras novidades apresentadas, tanto nas mostras, como nas lojas. Posso garantir que o design e as ideias dos nossos profissionais não deixa nada a desejar com relação a outros países. Estou impressionada com o que eu tenho observado", revela.

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Olga Krell avalia de forma positiva a qualidade dos produtos produzidos aqui no país

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       Com o tema “Árvores: conhecer, plantar e preservar”, a mostra de paisagismo Minha Casa Meu Jardim, uma das atrações da Expoflora 2011, chega à sua sétima edição com a proposta de informar sobre o plantio, o uso e a manutenção das espécies utilizadas em áreas residenciais, empresariais e públicas, nos grandes e pequenos espaços, inclusive quando plantadas em calçadas e vasos.

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A 7ª mostra de Paisagismo abre suas portas ao público a partir de 1º de setembro   

   A reportagem do Paisagismo em Foco esteve em Holambra, interior de SP, e entrevistou Ana Rita Gimenez, organizadora da mostra, que abre suas portas ao público a partir do dia 1º de setembro.

A seguir, os principais trechos de nosso bate-papo.

ENTREVISTA

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Ana Rita Gimenes, engenheira agrônoma e organizadora da mostra

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   Entre as inúmeras opções de produtos para as áreas externas, encontram-se: sofás, poltronas, cadeiras, bancos, mesas, ombrelones, chaises, espreguiçadeiras, entre outras. Para quem pretende aproveitar as próximas estações, recebendo os amigos com muito charme, requinte e acima de tudo, proporcionando muito conforto, já é hora de começar a pensar nestes itens de decoração para o seu jardim, varanda ou mesmo seu espaço gourmert. Pensando nisso, a reportagem do Paisagismo em Foco apresenta as últimas novidades e tendências em móveis para as áreas externas. Uma verdadeira fonte de inspiração para qualquer projeto.

Anac

 

Banco Anacã (Tora Brasil)

Designer: Cristiano Valle

Madeira Pequiá - certificada FSC

Dimensões: 340 x 80 x 70

Preço: R$ 36.900,00

 

 

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Vasos_da_Terra_5   O mercado nacional de flores e plantas, tem registrado crescimento médio entre 12% e 15% ao ano. Em 2010, o Brasil movimentou quase quatro bilhões de reais - muito aquém dos US$ 40 bilhões movimentados anualmente nos EUA. Para se ter uma ideia deste panorama, dados revelados recentemente pelo SindusCon-SP (Sindicato da Construção) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), demontram que no primeiro semestre deste ano, a construção brasileira contratou mais de 196,5 mil trabalhadores, ultrapassando a marca dos 3 milhões de empregos formais, o dobro do contingente existente há 7 anos. Sem dúvida, o setor da construção civil, continua sendo um dos principais responsáveis pelo aquecimento da demanda por produtos ligados diretamente a decoração e ao paisagismo.

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Os vasos são itens fundamentais para a decoração de ambientes iternos e externos

Sergio_Batista_Verdy_Paisagismo Impulsionado pela excelente fase do setor, a indústria de vasos ornamentais e o varejo, já comemoram os bons resultados na comercialização do produto.  Há quem diga que só neste ano, o superávit deverá ultrapassar todas as expectativas. “Estamos muito otimistas para 2011, prevendo um crescimento que com certeza passará dos 60%”, afirma o gerente comercial da indústria de vasos Verdy Paisagismo, Sérgio Batista da Silva. E ele não é o único a comemorar. O gerente de importação da Uemura Flores e Plantas, Ronaldo Koiti Minamiguchi, também avalia o mercado de forma positiva. “A expectativa de crescimento, devido ao 'boom' imobiliário que estamos acompanhando, e a proximidade da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, serão responsáveis pelo crescimento médio de 40% ao ano na comercialização de vasos ornamentais”, ressalta.

  Sérgio Batista da Silva

"Os vasos ornamentais por si só, já podem ser considerados uma verdadeira obra de arte. Com ou sem planta, eles acabam sendo um dos principais curingas do paisagismo", Roberto Riscala

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Em qualquer ambiente, seja ele interno ou externo, a utilização de vasos ornamentais acaba sendo item fundamental para a decoração. "A estética é a primeira função do paisagismo e é por meio dela que se consegue atingir e emocionar o espectador", afirma em seu livro, o arquiteto paisagista Benedito Abbud (Criando Paisagens - Editora Senac). Atualmente, o mercado disponibiliza uma infinidade de modelos, que podem variar muito, principalmente no que diz respeito ao seu preço. “Oferecemos desde vasos pequenos que podem custar menos de R$ 100,00, até vasos imponentes que chegam a custar mais de R$ 10.000,00”, afirma o gerente de importação da Uemura.

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Público exigente: muitos clientes pagam facilmente R$ 10 mil reais por um único vaso

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rOSA_DO_DESERTO  Maior feira de flores do Estado de São Paulo em variedade de espécies, a Expo Aflord, que acontece em Arujá, há 43 quilômetros de São Paulo, irá oferecer exposição temática sobre a energia das flores com destaque para energia sustentável. O lançamento deste ano será a “Adenium Obesum” conhecida popularmente como Rosa do Deserto, pois pode passar até um mês sem água.

  Cultivada há dois anos por produtores da região de Arujá, a Rosa do Deserto será apresentada na próxima Expo Aflord, nos finais de semana de 20, 21, 27 e 28 de agosto e 3 e 4 de setembro. A exposição, organizada pela comunidade japonesa e  conhecida por antecipar as tendências para a Primavera, deverá receber cerca de 50 mil visitantes, 20% a mais que o ano passado.

  A Expo Aflord também organiza a tradicional exposição feita com flores, que este ano traz como tema “A energia das flores”, destacando o papel das energias limpas (que não geram poluição e não agridem o meio ambiente) como painéis solares, aerogeradores (pequenos cataventos) e rodas de água.

  O destaque deste ano é a flor Adenium Obesum, de formato exótico e raro,   conhecida como Rosa do Deserto. Cultivada há dois anos, demorou todo esse tempo para florescer. Originária do Sul da Àfrica e da Península Ibérica, atualmente é cultivada em países asiáticos como Tailândia, Vietnã, Taiwan e Indonésia.

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Adenium Obesum, de formato exótico e raro,  conhecida como Rosa do Deserto

  Segundo o organizador do evento, Luis Kei, a Rosa do Deserto ganhou esse nome porque pode ficar até um mês sem água, quando murcha e renasce. Um caule bem desenvolvido na sua base suporta ventos e, principalmente, armazena água e nutrientes em locais muito áridos.

  A Rosa do Deserto chamou a atenção do naturalista Isaac Bayley Balfoocer, no ano de 1886, pela sua forma exótica.

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lupinus Há muitos anos, a lareira tornou-se item - quase - obrigatório nos projetos executados por arquitetos e decoradores. Afinal de contas, quem é que não gosta de ficar em um ambiente aquecido nos dias frios?  Com a decoradora Rossana Nogueira, não foi diferente. “Ao longo dos meus dezoito anos de carreira, inseri centenas de lareiras em meus projetos, desde as convencionais até as que funcionavam através da utilização de gás”, afirma. Foi durante uma viagem a Europa, em 2008, que Rossana conheceu um produto inovador. “Pesquisando novidades para os meus clientes, deparei com conceito muito interessante e que ainda era pouco conhecido no mercado nacional: as lareiras ecológicas”. Essas lareiras são basicamente queimadores com tecnologia Finlandesa. “Esses queimadores podem ser instalados de inúmeras formas, seja numa residência, comércio, hotéis, além de poder aplicá-los em mármore, granitos, madeiras, porcelanato”, informa. Com o passar do tempo, Rossana viu que estava na hora de colocar em prática todo o seu espírito empreendedor. “Devido ao grande sucesso e aceitação de mercado, deixei de atuar como decoradora para virar empresária. Atualmente, sou diretora de marketing e produtos da Ecofireplaces, empresa pioneira neste tipo de segmento no Brasil”, salienta.

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A lareira, que a princípio era direcionada, em sua maioria, apenas aos projetos de interiores, passaria a ser considerada uma nova tendência aos profissionais que assinavam os projetos de paisagismo. “Atualmente, os melhores profissionais do mercado de decoração, arquitetura e paisagismo de alto nível, fazem parte de nossa carteira de clientes. Sem contar que disponibilizamos inúmeros modelos existentes no mercado, essenciais para aquecer a área externa de qualquer ambiente”, diz a empresária. 

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Entrevista

                       Sidnei 

Sidnei Harada Engenheiro agrônomo e diretor do IBRAP 

   O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea), em decisão inédita, decidiu reconhecer o “Curso Técnico em Paisagismo” do Instituto Brasileiro de Paisagismo (IBRAP). “Isto significa que, após o término do curso, os alunos poderão dar entrada para registrar-se no CREA-SP, obtendo assim um número de registro profissional”, afirma o engenheiro agrônomo e diretor do IBRAP Sidnei Harada, que concedeu entrevista a reportagem do Paisagismo em Foco. Confira os principais trechos de nosso bate-papo:

- Fale sobre os benefícios dessa conquista inédita do IBRAP?

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IBRAP - primeira escola de paisagismo de SP a ter o seu curso reconhecido pelo CREA  

   Que eu saiba somente o IBRAP e mais duas escolas de paisagismo (uma em MG e outra no DF) conseguiram esta aprovação até agora. O curso oferecido pelo IBRAP já era regulamentado e aprovado pelo MEC e Secretaria Estadual de Educação de SP, só faltava obtermos o reconhecimento por parte do CREA, que é o maior Conselho de Fiscalização de Exercício Profissional da América Latina e provavelmente um dos maiores do mundo. Em 2007, o IBRAP fez a solicitação junto ao CREA-SP. Durante muito tempo nosso pedido ficou em processo de avaliação e a partir deste ano, os profissionais formados pelo IBRAP, passam a ser registrados no CREA-SP com o título de “Técnico em Paisagismo”. Os paisagistas deverão ser fiscalizados pelo CREA, o que dará maior segurança aos seus clientes e os diferenciará no mercado. Estamos verificando os documentos necessários e os procedimentos que os alunos deverão fazer para registrarem-se no CREA-SP, após a conclusão do curso.

- A profissão de paisagista não é regulamentada por lei aqui no Brasil. Qual é o processo de formação para uma pessoa que queira trabalhar com o paisagismo?

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Após o curso, o aluno aprovado pode ainda registrar-se no CREA-SP

   Atualmente, arquitetos, engenheiros florestais, agrônomos e muitos outros profissionais formados em outras áreas, trabalham com paisagismo. Não vejo isso de forma pejorativa, já que o setor conta com excelentes profissionais, por exemplo, o Gilberto Elkis, que é formado em administração de empresas e não deixa de ser um dos ícones da profissão. Para que uma pessoa que tenha interesse em trabalhar com o paisagismo, o ideal é procurar uma escola que ofereça uma excelente infraestrutura, além de contar com um ótimo corpo docente, que é o caso do IBRAP, que há muito anos forma profissionais em São Paulo. Nosso objetivo é formar profissionais capacitados a exercer a profissão de técnico em paisagismo, desde o planejamento de um jardim até o gerenciamento de um empreendimento paisagístico. A carga horária é de 1.200 horas, sendo dividida em: 800 horas de aulas teóricas e práticas (são 28 disciplinas divididas em 4 módulos) e 400 horas de estágio supervisionado e atividades complementares durante ou após o término do curso. Em média, todo o processo de formação leva cerca de quatro semestres. Após o curso, o aluno aprovado pode ainda registrar-se no CREA-SP, obtendo habilitação profissional para atuar como Técnico em Paisagismo. É interessante o mercado contar com profissionais formados em técnico em paisagismo, o que fomenta um argumento a mais para que a formação acadêmica possa ser reconhecida.

Os profissionais que atuam no paisagismo, contam com a representação de duas entidades, a ANP (Associação Nacional de Paisagismo) e a ABAP (Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas), porém, existe um impasse entre essas associações, que divergem quanto a regulamentação da profissão. Qual a sua opinião a respeito disso? 

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Os paisagistas Burle Marx (a esquerda) e Gilberto Elkis são considerados

ícones do setor, mesmo sem formação específica em paisagismo

   Acredito que a maior função de um paisagista, seja a criação de espaços para as áreas externas, em sua maioria. O IBRAP também conta com alunos formados em arquitetura, que buscam especialização no paisagismo. Não tiro a razão da ABAP, que mostra que é a arquitetura quem cria os espaços e o paisagista implanta o projeto. Só que não podemos esquecer, que muitos profissionais renomados, não tiveram formação em arquitetura, como é o caso de Burle Marx ou mesmo do Gilberto Elkis. Os arquitetos têm sim uma excelente formação, porém, precisam ter a complementação de paisagismo. Esses profissionais necessitam adquirir mais conhecimento técnico, em botânica, por exemplo, e outros conceitos. Nenhum curso superior atual prepara um paisagista de forma completa, pois o paisagismo é uma área multidisciplinar. O ideal, em minha opinião, seria unir ambas as associações para que juntas, pudessem lutar pela formação de um curso com nível superior em paisagismo, o que será melhor consequentemente para os profissionais, para os clientes e para o mercado. O setor precisa de uma associação unida e que certifique seus profissionais, numa espécie de exame da OAB, provando quem tem a capacidade de assinar projetos de paisagismo. Essa rivalidade entre a ANP e a ABAP não leva a lugar algum. Para idealizar um projeto paisagístico, o paisagista precisa saber implantar também.

- O mercado de paisagismo está aquecido no Brasil? Quais são as suas expectativas?

  Sim. O mercado de paisagismo está atrelado à construção civil e o setor tem apresentado excelentes índices de crescimento aqui no Brasil. Com a economia aquecida, O paisagista e o paisagismo, também têm sido cada vez mais valorizados. As pessoas têm buscado cada vez mais qualidade de vida, que é uma das maiores premissas do paisagismo. O mercado, de uma forma geral, está cada vez mais exigente, por isso, necessita de profissionais que possuam um excelente nível de formação. Ao contratar um profissional, é interessante o cliente procurar saber sobre sua formação, experiência profissional e principalmente as suas referências. Como fazer isso? Simples, basta consultar outros clientes. Você evitará problemas e riscos em seu projeto de paisagismo.

Imagens: divulgação

 


 




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